A Fábrica De Sorrisos: Uma Novela Literária Quase Real!

Continuando a proposta de distribuir gratuitamente obras científicas e literárias de Emílio Figueira, A FÁBRICA DE SORRISOS – UMA NOVELA LITERÁRIA QUASE REAL! é um trabalho experimental desse autor, misturando ambas as áreas e que ficou vinte anos engavetado, podendo agora ser lida gratuitamente.

No enredo Regina, recém-formada em serviço social, vai estagiar no Centrinho, uma instituição hospitalar com objetivo de prestar assistência interdesciplinar às pessoas com malformações congênitas labiopalatais, dismorfias craniofaciais mais complexas, deficiência auditiva, visual, distúrbios da linguagem e deficiência múltiplas, dentro de padrões técnicos e científicos exigidos para cada caso, independente de condições econômicas, cor, raça e nacionalidade.

Lá um bebê com fissura labiopalatal é abandonado pela mãe biológica e adotado por Regina e seu marido. A história mostra todo tratamento e reabilitação global da criança, além de toda a rotina humanizada do hospital.

Ao longo da narrativa outros personagens com e sem deficiências vão entrando e mostrando vários aspectos clínicos, sociais e lmovimentos de pessoas com fissuras labiopalatais pouco percebidas, mas lutando por direitos e espaços na sociedade.

Outro destaque da obra é a capa, reprodução do quadro “O Centrinho”, 1m x 1,20m, óleo sobre tela, pintado pelo próprio Emílio Figueira em 2000 e que hoje pertence ao acervo do Hospital.

COMO NASCEU A NOVELA LITERÁRIA

No ano de 1998, enquanto pesquisador-bolsista do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais-HRAC/USP-Bauru, Figueira desenvolveu a pesquisa “O portador de fissura Lábio-Palatal e/ou de outras deficiências como personagens de ficção: dos mitos a realidade social”, sob orientação do Prof. Dr. José Alberto de Souza Freitas, Superintendente do HRAC na época e co-orientação de Simone Germano Segantin. Esse estudo lhe rendeu uma Especialização em “Deficiência e Literatura Social”.

“A escrita de “A Fábrica De Sorrisos”, foi fruto do trabalho prático do projeto. Embora essa obra seja baseada em depoimentos e documentos reais, principalmente em textos produzidos pela área de Serviço Social de HRAC/USP da época, as personagens e enredos são todos fictícios, elaborados a partir de teorias de criação, tendo como base o estilo novela literária e a Escola Literária Realismo/Naturalismo. Hoje com um cunho quase histórico por ter sido escrita há vinte anos atrás, todo o seus contexto representa a realidade e realizações daquela época”, destaca Emílio Figueira.

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Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista, teólogo e personal coach com formação em Programação Neurolinguística. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais, passando de cinquenta títulos lançados. Ator e autor de teatro. Várias entrevistas na mídia e em jornais. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

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