Documentário Feito Em Guaraçaí Por Emílio Figueira, Ganha Projeção No Meio Educacional Paulistano

No último mês, o nosso amigo Emílio Figueira foi convidado para exibir em quase trinta escolas na capital paulista, seu documentário “Sementes de Minha Inclusão”. Promovendo debates logo após as apresentações com estudantes, educadores, além de participar de várias formações de professores da Prefeitura Municipal de São Paulo, só esta semana ele esteve em sete escolas.

“Toda história da humanidade ou de uma pessoa, teve um começo. Após vários anos pesquisando, escrevendo e falando sobre nós, pessoas com deficiência, resolvi fazer o caminho de volta. Fui atrás dos personagens que foram as sementes de minha Inclusão Social e Escolar nos anos 1980, dando-lhe voz aos amigos de minha infância inclusiva e aos personagens de minha inclusão escolar d uma época que nem se quer sonhávamos com a Educação Inclusiva!”, conta Figueira.

“Sementes de Minha Inclusão”, ao longo de seus vinte e um minutos, traz depoimentos de Carlos Alberto Silva Souza (Tripa), Dona Koty, Helton Luiz Tavoni, Lídia Caetano, Lígia Ester Folchi Mucci, Mário Flávio Berthola Nogueira (Maroca), Maurício Rogério Tavoni e Odair da Silva (Jiló).

Com roteiro, produção e direção de Emílio Figueira, o filme foi montado com o material do seu outro documentário “Noites Guaraçaienses – O Nascimento De Um Poeta!” de 2016. Ambos os filmes têm narração de Ana Luiza Figueira Ochiai, câmera e produção de Alan Rogério Moreli, Helton Luiz Tavoni e Sílvio Moreira.

O escritor e agora diretor Emílio, que já está trabalhando nas produções de mais dois filmes,  um documentário e um longa-metragem que ela revelou em primeira mão à Folha de Guaraçaí: “O filme será uma adaptação do meu romance Flores Entre Rochas – Quando a Educação Se Faz Pelo Amor! Terão alguns personagens inspirados em figuras guaraçaienses”.

Tanto “Sementes de Minha Inclusão” quanto o documentário “Noites Guaraçaienses – O Nascimento De Um Poeta!” podem ser assistidos livremente no YouTube.

Emilio Figueira

Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista, teólogo e personal coach com formação em Programação Neurolinguística. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais, passando de cinquenta títulos lançados. Ator e autor de teatro. Várias entrevistas na mídia e em jornais. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

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