EMÍLIO FIGUEIRA LANÇA SUAS MEMÓRIAS EM VERSÃO GRATUITA

A obra aborda em seu contexto pontos da história da reabilitação, literatura, jornalismo, artes plásticas, teatro, ciência, Educação Inclusiva, psicologia das pessoas com deficiência e várias reflexões sobre a arte de se viver com superação sem temer os obstáculos!

Leia a apresentação escrita pelo crítico literário Rubens Castro e veja logo abaixo como baixar sua versão gratuita.

 

AS MUITAS VEREDAS DAS MEMÓRIAS EMILIANAS

 

Uma pessoa que vem construindo uma trajetória totalmente improvável pela realidade que a vida tentou lhe impor! Assim é Emílio Figueira, que por causa de uma asfixia durante o parto, ficou com sérias sequelas na fala e movimentos do corpo. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidade nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica e uma variada obra em livros impressos e digitais. Psicólogo, psicanalista, teólogo independente. Autor e ator de teatro. Com três graduações, cinco pós e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem Psicologia e Educação Inclusiva.

Detalhes sobre a construção de toda essas caminhadas (assim mesmo no plural), Figueira revela agora em sua nova obra CONFISSÕES DE UM MALANDRO!, um texto com muitas veredas a ser percorridas em uma agradável e fácil leitura, o que sempre foi uma marca no estilo emiliano de escrever e de se comunicar com seus leitores.

Diga-se de passagem, Emílio Figueira é um grande paradoxo. Ao mesmo tempo em que ele apresenta sérias dificuldades de comunicação verbal, torna-se um mestre de várias linguagens da comunicação escrita impressa e digital, conseguindo sempre levar de forma positiva suas ideias e conhecimentos para milhares de pessoas.

Aliás, deixo que o próprio Figueira apresente suas intenções: “Ao escrever CONFISSÕES DE UM BOM MALANDRO, eu quis desenvolver uma linguagem como se fosse um bate-papo com o leitor, contando coisas que gostaria de narrar em minhas palestras, entrevistas, conversas em salas de aula ou em rodas informais, mas não consigo por causa da minha dificuldade de dicção”.

Entrando agora na obra, tendo como plano de fundo as complicações de seu nascimento que o levou a ficar com paralisia cerebral, o primeiro capítulo traz memórias históricas de como era o processo de reabilitação e a rotina de uma Escola Especial durante os anos 1970. As dificuldades de tratamentos da época e a sua transição para uma escola normal, onde ocorreu a sua inclusão bem no início da década seguinte.

No próximo capítulo Figueira entra no mundo dos livros e de suas experiências como jornalista. Desconstruindo o mito basta a pessoa escrever um livro, seja qual for o assunto, enviar à editora que será publicado, lançado e fará muito sucesso, ele relembra seus primeiros escritos, como vem construindo sua carreira de autor de mais de setenta livros, os estudos, rejeições e aprovações em editoras, preconceitos enfrentados nos meios acadêmicos, refletindo sobre a atual realidade de escritores e suas obras no mundo de internet, caminhos da publicação e de seus sonhos que nunca morrem.

Em seguida, o autor revela quando tomou consciência de sua própria deficiência e como isto o levou para o mundo da militância e relações com importantes nomes ligados ao movimento social. Apresenta dados históricos do surgimento de um jornalismo especializado em pessoas com deficiência, as primeiras publicações brasileiras na área por onde ele atuou como repórter e revistas científicas que lançaram inúmeros de seus artigos.

Ainda no terceiro capítulo, Emílio Figueira entra no campo da Educação Inclusiva, mostrando as bases teóricas que norteiam o seu pensamento e ações para uma inclusão feita pelo amor. Relembra suas viagens, palestras, aulas e muitos livros escritos, enfatizando todo o otimismo que ele tem sobre esse assunto.

O próximo capítulo começa com suas memórias no mundo do teatro e nos audiovisuais. Mas ganha em riqueza de detalhes quando o Emílio conta sua experiência como ator da Cia Teatral Olhos de Dentro, grupo pioneiro em incluir pessoas com e sem deficiência juntas em peças de teatro. Contando como foi ter vivido tudo aquilo, Emílio faz todo um relato da trajetória política das pessoas com deficiência até chegarem ao ponto de hoje muitos estarem em destaques no mundo cênico brasileiro.

A quinta parte dessas memórias entra praticamente no campo da psicologia e com assuntos que demandam coragem para serem abordados. Figueira decorre sobre os efeitos positivos de se ter uma deficiência, a construção histórica da imagem dessa classe de pessoas, analisando o porquê nem todos estão tendo ou aproveitando as mesmas oportunidades perante o contexto da inclusão. Relata como é ter uma deficiência motora acentuada, suas perdas e ganhos ao longo de sua vida, chamando atenção por pertencer à primeira geração de pessoas com deficiência que realmente vai envelhecer em um país que não está se atentando para isto.

Um livro de memórias precisa falar de amor. Mais uma vez, Emílio, com um bom humor, revela algumas passagens quase cômicas, até que teve que vencer seus medos e auto preconceitos para viver o seu primeiro namoro. Mas que isto, o autor aposta que a inclusão também vem abrindo caminhos para o amor.

Nos dois últimos capítulos Emílio Figueira parte para várias reflexões sobre si mesmo e questões sobre a vida, chegando a dizer: “Se me perguntarem qual o caminho para se transitar por várias áreas e ter uma produção grande e diversificada como a minha, responderei: O segredo é ser um Bom Malando”.

E o que é ser um Bom Malandro o leitor descobrirá agora nas memórias emilianas!!!

 

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Emilio Figueira

Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista, teólogo e personal coach com formação em Programação Neurolinguística. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais, passando de cinquenta títulos lançados. Ator e autor de teatro. Várias entrevistas na mídia e em jornais. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

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