Nova Escola: “Nunca digo ‘não vou conseguir’, digo ‘vou tentar’”

Emílio Figueira, que também é psicólogo e teólogo, conta que estudar em uma escola pública regular fez toda a diferença em sua trajetória

Depoimento para: Bruna Tiussu

Tenho paralisia cerebral desde bebê e, desde pequeno, sou apaixonado por processos de criação. Encontrei no desenho e na escrita as primeiras formas de me expressar. Depois, vieram o teatro, o cinema, a pintura. Diante de minhas limitações físicas, nunca digo “não vou conseguir”, digo “vou tentar”. E faço do meu jeito. Estudar em uma escola pública regular fez toda a diferença. Fui recebido com carinho pelas crianças e estimulado por elas. Já publiquei 98 artigos científicos, 74 livros e dou palestras no Brasil todo sobre inclusão. Incluir não tem segredo, basta acolher com amor.

Emílio Figueira, jornalista, psicólogo e teólogo, 49 anos.

Crédito: Sidnei Lopes/Nova Escola

 

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Edição Impressa de Revista

Emilio Figueira

Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista, teólogo e personal coach com formação em Programação Neurolinguística. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais, passando de cinquenta títulos lançados. Ator e autor de teatro. Várias entrevistas na mídia e em jornais. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

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