Trabalhador com perda auditiva: use a tecnologia a seu favor e prospere na profissão

Modernos aparelhos auditivos garantem discrição, elegância e segurança para desempenhar bem suas funções no trabalho, sem constrangimentos

Pessoas maduras ou já na terceira idade estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho. Já se foi o tempo dos vovôs de pijama e das vovós apenas dedicadas ao tricô. Muitos preferem permanecer ativos em suas profissões, seja por gosto ou necessidade. Vive-se cada vez mais e trabalha-se por mais tempo.

Apesar da maior qualidade de vida, muitas pessoas maduras, com 40, 50 ou 60 anos enfrentam dificuldades ao encarar o mercado de trabalho, seja para se manter no emprego ou buscar uma realocação. Por isso, cuidar da saúde é fundamental. Fora o desafio de enfrentar a concorrência dos mais jovens, pessoas maduras e idosos enfrentam algumas limitações. Um dos problemas mais corriqueiros é a perda de audição, que afeta mais de 50% dos indivíduos maiores de 60 anos.

“A perda auditiva partir dos 60 anos faz parte do processo de envelhecimento natural, devido à morte das células ciliadas do ouvido, responsáveis pela audição. Por isso, é importante que o indivíduo procure um médico otorrinolaringologista assim que perceber dificuldades para ouvir, a fim de iniciar o tratamento para não agravar a deficiência e, principalmente, para voltar a ouvir os sons do cotidiano”, ressalta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

Para manter um bom relacionamento no trabalho e não deixar que a deficiência auditiva prejudique o desempenho profissional, a melhor opção, na maioria dos casos, é o uso de aparelhos auditivos. A boa notícia é que hoje, graças à tecnologia, não é mais preciso ter vergonha de usar um aparelho. As modernas próteses encontradas no mercado são muito pequenas – algumas inclusive ficam escondidas dentro do canal auditivo – garantindo discrição e elegância e evitando constrangimentos no ambiente de trabalho.

“Aparelhos auditivos garantem a inclusão no mercado de pessoas com diferentes graus de perda auditiva, sem ônus para a função desempenhada. Para idosos com perda auditiva moderada ou grave, é recomendado o uso de aparelhos para amplificar os sons e garantir uma boa rotina no trabalho. Assim, as empresas poderão contar com aquele profissional mais experiente por mais tempo, o que é benéfico tanto para a empresa quanto para o idoso”, comenta a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia.

Mais tempo no mercado do trabalho e também mais tempo nas salas de aula. Muitos adultos e até mesmo idosos vêm redescobrindo a sua vocação e começam um curso especializado ou uma nova faculdade. E para isso também, a audição é fundamental. Aliás, uma boa audição é fator prioritário para manter um bom convívio em sociedade, seja entre chefes e colegas de trabalho, amigos de classe e professores, bem como para garantir bons desempenhos nas tarefas do dia a dia.

Fica o alerta: para acompanhar os novos tempos e agarrar as oportunidades é preciso estar atento à saúde auditiva. Sem uma boa audição, as relações, em sociedade, ficam prejudicadas e é mais difícil obter o sucesso desejado na carreira e na vida.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2016 o país tinha 4,5 milhões de idosos empregados. Além disso, o número de pessoas entre 50 e 64 anos no mercado formal de trabalho cresceu quase 30% entre 2010 e 2015, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Fonte: Assessoria de imprensa da Telex Soluções Auditivas 

 

Por causa de uma asfixia durante o parto, Emílio Figueira adquiriu paralisia cerebral em 1969, ficando com sequelas na fala e movimentos. Mas nunca se deixou abater por sua deficiência motora e vive intensamente inúmeras possibilidades. Nas artes, no jornalismo, autor de uma vasta produção científica, é psicólogo, psicanalista, teólogo e personal coach com formação em Programação Neurolinguística. Como escritor é dono de uma variada obra em livros impressos e digitais, passando de cinquenta títulos lançados. Ator e autor de teatro. Várias entrevistas na mídia e em jornais. Hoje com cinco graduações e dois doutorados, Figueira é professor e conferencista de pós-graduação, principalmente de temas que envolvem a Educação Inclusiva.

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